O tormento eterno é contrário ao senso humano de justiça? Compreendendo o destino humano

Embora reputada irracional, monstruosa e injusta por alguns grupos religiosos e filosóficos, a verdade é que a doutrina do tormento eterno dos réprobos encontra amplo e sólido testemunho bíblico. Enquanto muitos alegam ser essa doutrina incoerente com o Deus amoroso revelado nas Escrituras, encontramos, em diversas passagens, nosso Senhor dizendo justamente o oposto: que uma parte de anjos caídos e ímpios passará a eternidade sob agruras intermináveis.

Como “solução” para doutrina tão inconveniente para o homem natural, muitos acabam abraçando alguma das muitas noções universalistas existentes, segundo as quais a salvação será extendida a todas as criaturas. Outros, porém, “solucionam” o problema por meio da tese do aniquilamento,  de acordo com a qual os perdidos serão extintos, ou seja, deixarão de existir.

Enfim, em vez de aceitar aquilo que é ensinado clara e repetidamente nas Escrituras, teorias são criadas a fim de transformar a sorte final dos perdidos em algo humanamente compreensível, aceitável e, em última instância, bom.

É dentro desse quadro geral de rejeição ao tormento eterno que apresento, neste breve estudo, meus comentários  sobre o argumento de que essa doutrina seria contrária ao senso humano de justiça. Como fiz questão de destacar em meu estudo, “os padrões humanos de justiça e verdade não correspondem aos de Deus”.

Boa leitura.

Paulo Sérgio de Araújo

“Ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação” (Ap 7.10).

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“Não me detenhas, porque ainda não subi para meu Pai” (Jo 20.17) : Os mortos estão inconscientes?

Na manhã de Sua ressurreição, nosso Senhor, ao ser abraçado por Maria Madalena, disse-lhe: “Não me detenhas, porque ainda não subi para meu Pai” (Jo 20.17). Por causa dessa declaração, os defensores da antibíblica teoria da inconsciência dos mortos alegam que o homem não possui nenhum componente imaterial e indestrutível em sua constituição, que, no caso dos salvos, seguiria para o céu no momento da morte, para desfrutar da presença de Deus. “Se o próprio Jesus declarou, após ter ressurgido dentre os mortos, que não havia subido ao Pai, então devemos concluir que os remidos que morrem, em vez de irem ao céu como almas desincorporadas, ficam completamente inconscientes. Isso só vem fortalecer a idéia de que o homem não tem uma alma imortal em sua estrutura, que sobrevive conscientemente à morte”. É dessa forma que pensam os adventistas do sétimo dia e as testemunhas de Jeová, por exemplo.

A fim de desfazer essa interpretação equivocada de João 20.17,  elaborei este estudo. Ao final, os leitores perceberão que essa declaração de Jesus não tem força alguma para negar a noção da sobrevivência consciente da alma ante a morte do corpo material.

Boa leitura.

Paulo Sérgio de Araújo

“Ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação” (Ap 7.10).

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As ressurreições relatadas na Bíblia : Por que os que “voltaram” não disseram nada do que viram e ouviram no além?

A Bíblia registra alguns casos espetaculares de pessoas que morreram e, em seguida, foram trazidas novamente à vida.  Como poderíamos nos esquecer, por exemplo, do texto de João 11, que narra aquele que talvez tenha sido o maior milagre operado por nosso Senhor durante Seu ministério terreno: a ressurreição de Lázaro (Jo 11)?! Só mesmo o Filho de Deus para ressuscitar alguém que já estava morto há quatro dias, cujo cadáver já estava em início do processo de decomposição!

Entretanto, algumas pessoas que não acreditam na imortalidade da alma, tais como os adventistas do sétimo dia e as testemunhas de Jeová, ao se depararem com os casos bíblicos de ressurreição, acreditam terem encontrado provas de que os mortos ficam inconscientes. Segundo eles, se aqueles que foram ressuscitados não deixaram relato algum acerca do que teriam visto e ouvido no além, então a única conclusão é que a morte lança a pessoa num estado de completa inexistência, inconsciência. Se os mortos ficassem conscientes, então os que “voltaram” teriam algo a contar sobre o que contemplaram nalgum paraíso espiritual.

Foi para refutar essa equivocada compreensão das ressurreições relatadas na Bíblia que produzi este estudo. Ao final do mesmo, os leitores  constatarão que o “silêncio dos que voltaram” não serve, de forma alguma, para provar que os mortos ficam inconscientes.

Boa leitura.

Paulo Sérgio de Araújo

“Ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação” (Ap 7.10).

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