O homem tem um elemento imaterial e imortal em sua constituição : Compreendendo a natureza humana

Sempre integrou a fé bíblica a idéia de que o homem é uma unidade-composta-divisível, composto de um elemento material, o corpo, e um espiritual, a alma (ou espírito). No momento da morte, esse aspecto imaterial desliga-se do corpo, passando, a partir daí, a viver conscientemente numa dimensão espiritual, onde ficará aguardando o dia da ressurreição. A essa forma antiquíssima de pensar dá-se o nome de “imortalidade da alma”.

No entanto, uns poucos grupos religiosos, bem como alguns pensadores isoladamente, desafiam essa maneira de pensar prevalecente no Cristianismo, ensinando algo que pode ser resumido em declarações do tipo: “O homem não tem uma alma, mas ele é uma alma”; “O homem não tem um corpo, mas ele é um corpo”; “Corpo e alma são uma só coisa“. Tais jargões são muito usados para expressar a teoria de que o ser humano seria desprovido de qualquer componente imaterial e imortal, que sobreviveria à dissolução do corpo físico. Essa tese recebe alguns nomes, tais como “monismo”, “holismo” ou “imortalidade condicional”.

A fim de defender a verdade bíblica acerca da constituição humana, elaborei este estudo, por meio do qual espero que os leitores que já acreditam na imortalidade da alma possam ser fortalecidos, ainda mais, nessa doutrina que faz parte da “fé que uma vez foi dada aos santos” (Jd 3). Ao mesmo tempo, expresso meu desejo de que este estudo também possa abrir os olhos daqueles que, por falta de conhecimento bíblico, foram, um dia, enredados pelo falso e antibíblico conceito materialístico de que a natureza humana se resume apenas ao elemento material.

Boa leitura.

Paulo Sérgio de Araújo

“Ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação” (Ap 7.10).

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O falecido Moisés no Monte da Transfiguração : Uma prova bíblica em favor da sobrevivência consciente da alma ante a morte do corpo

Apesar de seu corpo encontrar-se sepultado há mais de mil anos, o espírito de Moisés permanecia consciente no mundo invisível dos mortos, o Sheol (= Hades). Foi desse local que seu espírito foi retirado por Deus e, em seguida, enviado para o Monte da Transfiguração, a fim de que conversasse, por alguns instantes, com Jesus, o Filho de Deus.

Essa aparição do falecido Moisés, como relatada na Bíblia Sagrada, verdadeiramente integra o conjunto dos textos bíblicos mais incisivos em prol da idéia da sobrevivência consciente da alma diante da morte do corpo físico, ou seja, em favor da imortalidade da alma.

Ao disponibilizar ao público as 20 páginas deste estudo, proponho-me a analisar e tecer alguns comentários acerca de duas interpretações oferecidas ao incidente do Monte da Transfiguração, segundo as quais esse trecho bíblico não estaria ensinando que o espírito de Moisés teria aparecido naquele monte. Como o internauta perceberá ao longo da leitura, tais interpretações alternativas, diante de uma crítica mais cuidadosa, não somente se revelam desprovidas de apoio bíblico, mas também acabam gerando mais problemas que soluções para os seus defensores.

Boa leitura.

Paulo Sérgio de Araújo

“Ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação” (Ap 7.10).


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O corpo físico é mau e inferior à alma? Compreendendo a natureza humana

Qualquer sistema religioso ou filosófico que nega a doutrina da ressurreição dos mortos parte do princípio de que o mundo material é mau. Por conta disso, o corpo humano passa a ser considerado, em primeira ou última instância, vil, inferior e indesejável. Em contrapartida, somente a alma (ou espírito), por ser imaterial e imortal, deve ser exaltada.

Para aqueles que concebem a realidade dessa maneira, a conclusão é uma só: a aspiração máxima da alma humana é, um dia, livrar-se do corpo ao qual ela vive presa neste mundo material e, assim, viver eternamente nalgum domínio espiritual. Isso explica, evidentemente, por que a ressurreição dos mortos, dentro dessa cosmovisão, não apenas é desnecessária, mas também repugnante.

Neste estudo, faço duas reflexões acerca desse ponto de vista antibíblico, demonstrando que tanto o corpo quanto a alma são igualmente bons e importantes, pois ambos foram criados por Deus.

Boa leitura.

Paulo Sérgio de Araújo

“Ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação” (Ap 7.10).

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