Imortalidade da Alma

“Deus pôs a eternidade no coração do homem” (Ec 3.11)

“Vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo” (Jo 14.3) : É verdade que os cristãos que já morreram ainda não estão com o Senhor?

Data:   28/12/2010

Arquivado em: DESTINO HUMANO (para onde vamos?).

“Vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também” (Jo 14.3). Será que essa gloriosa promessa de Jesus aos Seus discípulos contém alguma prova em favor da falsa idéia de que os remidos mortos encontram-se numa condição de inatividade, inconsciência?

Em resposta às pessoas que respondem positivamente a essa pergunta, produzi este breve estudo, no qual refuto essa interpretação equivocada de João 14.1-3, de acordo com a qual nosso Senhor, ao fazer essa promessa, teria demonstrado Sua crença de que nenhum cristão, ao morrer, vai imediatamente à Sua presença, no céu.

Boa leitura.

Paulo Sérgio de Araújo

“Ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação” (Ap 7.10).

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O homem tem um elemento imaterial e imortal em sua constituição : Compreendendo a natureza humana

Data:   23/12/2010

Arquivado em: NATUREZA HUMANA (o que somos?).

Sempre integrou a fé bíblica a idéia de que o homem é uma unidade-composta-divisível, composto de um elemento material, o corpo, e um espiritual, a alma (ou espírito). No momento da morte, esse aspecto imaterial desliga-se do corpo, passando, a partir daí, a viver conscientemente numa dimensão espiritual, onde ficará aguardando o dia da ressurreição. A essa forma antiquíssima de pensar dá-se o nome de “imortalidade da alma”.

No entanto, uns poucos grupos religiosos, bem como alguns pensadores isoladamente, desafiam essa maneira de pensar prevalecente no Cristianismo, ensinando algo que pode ser resumido em declarações do tipo: “O homem não tem uma alma, mas ele é uma alma”; “O homem não tem um corpo, mas ele é um corpo”; “Corpo e alma são uma só coisa“. Tais jargões são muito usados para expressar a teoria de que o ser humano seria desprovido de qualquer componente imaterial e imortal, que sobreviveria à dissolução do corpo físico. Essa tese recebe alguns nomes, tais como “monismo”, “holismo” ou “imortalidade condicional”.

A fim de defender a verdade bíblica acerca da constituição humana, elaborei este estudo, por meio do qual espero que os leitores que já acreditam na imortalidade da alma possam ser fortalecidos, ainda mais, nessa doutrina que faz parte da “fé que uma vez foi dada aos santos” (Jd 3). Ao mesmo tempo, expresso meu desejo de que este estudo também possa abrir os olhos daqueles que, por falta de conhecimento bíblico, foram, um dia, enredados pelo falso e antibíblico conceito materialístico de que a natureza humana se resume apenas ao elemento material.

Boa leitura.

Paulo Sérgio de Araújo

“Ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação” (Ap 7.10).

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O falecido Moisés no Monte da Transfiguração : Uma prova bíblica em favor da sobrevivência consciente da alma ante a morte do corpo

Data:   12/12/2010

Arquivado em: DESTINO HUMANO (para onde vamos?).

Apesar de seu corpo encontrar-se sepultado há mais de mil anos, o espírito de Moisés permanecia consciente no mundo invisível dos mortos, o Sheol (= Hades). Foi desse local que seu espírito foi retirado por Deus e, em seguida, enviado para o Monte da Transfiguração, a fim de que conversasse, por alguns instantes, com Jesus, o Filho de Deus.

Essa aparição do falecido Moisés, como relatada na Bíblia Sagrada, verdadeiramente integra o conjunto de textos bíblicos mais incisivos em prol da idéia da sobrevivência consciente da alma diante da morte do corpo físico, ou seja, em favor da imortalidade da alma.

Ao disponibilizar ao público as 18 páginas deste estudo, proponho-me a refutar duas interpretações oferecidas ao incidente do Monte da Transfiguração, segundo as quais esse trecho bíblico não estaria ensinando que o espírito de Moisés teria aparecido naquele monte. Como o internauta perceberá ao longo da leitura, tais interpretações alternativas, diante de uma crítica mais cuidadosa, não somente se revelam desprovidas de apoio bíblico, mas também acabam gerando mais problemas que soluções para os seus defensores.

Boa leitura.

Paulo Sérgio de Araújo

“Ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação” (Ap 7.10).


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    “É a nossa vida que autentica o nosso discurso”.  (Pr. Geraldo Marques Maciel, Ig. Batista do Jd. Rincão)

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