Imortalidade da Alma

“Deus pôs a eternidade no coração do homem” (Ec 3.11)

Se o arcanjo Miguel é, de fato, Jesus, então por que os adventistas não o adoram?

Data:   30/11/2010

Arquivado em: OUTRAS ÁREAS BÍBLICAS.

Considerado um dos textos bíblicos mais claros em ensinar a idéia da sobrevivência consciente da alma perante a dissolução do corpo, o incidente do Monte da Transfiguração (Mt 17.1-9; Mc 9.1-9; Lc 9.28-36) sempre foi um grande empecilho para alguns grupos religiosos que não acreditam na imortalidade da alma, tais como a Igreja Adventista do Sétimo Dia e a organização das Testemunhas de Jeová. Como que Moisés, que morrera mais de mil anos antes da encarnação de nosso Senhor, pôde aparecer no Monte da Transfiguração e dialogar com Ele? Como que esses grupos, que ensinam que a morte do corpo faz cessar qualquer tipo de vida consciente, explicariam essa aparição?

Tentando contornar passagem bíblica tão inconveniente para aquilo em que acreditam, os adventistas do sétimo dia defendem a “teoria da ressurreição de Moisés”, de acordo com a qual teria sido o corpo ressurreto deste líder hebreu que teria aparecido no Monte da Transfiguração, e não algum espírito ou alma dele. Para apoiar essa teoria, viram-se forçados a transformar o arcanjo Miguel em Jesus, pois só assim este arcanjo teria poder para ressuscitar um morto.

Neste estudo, faço uma reflexão acerca do fato de os adventistas não colocarem em prática, no dia-a-dia, sua teologia  acerca da identidade do arcanjo Miguel. Se este arcanjo é mesmo o Filho de Deus, então  os adventistas não deveriam adorá-lo pública e nominalmente?  Porém, por que isso jamais é feito? Ao longo deste breve estudo, os leitores perceberão que esse descompasso entre teologia e prática religiosa reflete a falta de amparo bíblico para a heresia que iguala Miguel a Jesus.

Boa leitura.

Paulo Sérgio de Araújo

“Ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação” (Ap 7.10).

Leia este estudo em PDF:    Se o arcanjo Miguel é, de fato, Jesus, então por que os adventistas não o adoram?

Partir, e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor” (Fp 1.23) : Os salvos que já morreram estão conscientes

Data:   20/11/2010

Arquivado em: DESTINO HUMANO (para onde vamos?).

Durante uma de suas prisões por causa do Evangelho, o apóstolo Paulo, escrevendo aos cristãos da igreja de Filipos, demonstrou seu “desejo de partir, e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor” (Fp 1.23). Conforme o entendimento tradicional da Igreja, essa declaração do apóstolo traz implícita a sua crença de que um aspecto imaterial do ser humano,  o espírito, permanece consciente após a morte do corpo, indo, no caso dos remidos, habitar na presença do Senhor. Afinal, se a morte lançasse o crente num estado de inexistência, inconsciência, dificilmente o apóstolo Paulo a consideraria “muito melhor” que a vida.

Neste estudo, ao mesmo tempo em que defendo a interpretação tradicional do texto de Filipenses 1.23, demonstrando como que essa passagem ensina que os mortos estão conscientes, contesto uma leitura alternativa proposta por alguns grupos religiosos que não acreditam na imortalidade da alma.

Boa leitura.

Paulo Sérgio de Araújo

“Ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação” (Ap 7.10).

Leia este estudo em PDF:    “Partir, e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor” (Fp 1.23) : Os salvos que já morreram estão conscientes

O tormento eterno é contrário ao senso humano de justiça? Compreendendo o destino humano

Data:   14/11/2010

Arquivado em: DESTINO HUMANO (para onde vamos?).

Embora reputada irracional, monstruosa e injusta por alguns grupos religiosos e filosóficos, a verdade é que a doutrina do tormento eterno dos réprobos encontra amplo e sólido testemunho bíblico. Enquanto muitos alegam ser essa doutrina incoerente com o Deus amoroso revelado nas Escrituras, encontramos, em diversas passagens, nosso Senhor dizendo justamente o oposto: que uma parte de anjos caídos e ímpios passará a eternidade sob agruras intermináveis.

Como “solução” para doutrina tão inconveniente para o homem natural, muitos acabam abraçando alguma das muitas noções universalistas existentes, segundo as quais a salvação será extendida a todas as criaturas. Outros, porém, “solucionam” o problema por meio da tese do aniquilamento,  de acordo com a qual os perdidos serão extintos, ou seja, deixarão de existir.

Enfim, em vez de aceitar aquilo que é ensinado clara e repetidamente nas Escrituras, teorias são criadas a fim de transformar a sorte final dos perdidos em algo humanamente compreensível, aceitável e, em última instância, bom.

É dentro desse quadro geral de rejeição ao tormento eterno que apresento, neste breve estudo, meus comentários  sobre o argumento de que essa doutrina seria contrária ao senso humano de justiça. Como fiz questão de destacar em meu estudo, “os padrões humanos de justiça e verdade não correspondem aos de Deus”.

Boa leitura.

Paulo Sérgio de Araújo

“Ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação” (Ap 7.10).

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    “Na multidão de palavras não falta pecado, mas o que modera os seus lábios é sábio”.  (Provérbio 10.19)

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